A delícia que é Montreal

Por Eliza Brito | Imagens: Cacimba de Letras

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Porto Velho (Vieux Port)

 

Montreal foi a minha cidade predileta no Canadá, das que visitei, claro. Achei charmosa, cultural e cheia de possibilidades, apesar de ser menos cosmopolita do que Toronto. Tenho vontade de voltar, porque tive menos de dois dias completos para curtir a cidade, mas, mesmo assim, deu para conhecer bastante coisa, como o Mont-Royal, a cidade e o porto velhos, além do Biodome, na cidade olímpica.

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Combinado

 

Depois de visitar o Mont-Royal e o porto velho já era noite e nossos amigos canadenses queriam nos levar no sushi que eles mais gostam da cidade. Um pouco mais afastado da parte turística, o Tatami tem uma decoração bem oriental, com mesas que são aquários e você pode observar os peixes enquanto come. Eu achei bizarro. Não anotei os preços, mas lembro que não achei barato. Pedi um combinado especial e gostei bastante, mas ainda achei o Saku Sushi, de Toronto, melhor.

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Cappuccino

 

Na manhã do segundo dia, fui com Daniel passear pela cidade antiga e paramos para tomar café no Bistro Mon Plaisir porque achamos o lugar simpático. Foi uma ótima pedida. Eu fui no croissant de café da manhã, que vinha com ovo [3,95 dólares canadenses], e no cappuccino [3,45 dólares canadenses]. Daniel preferiu um combo de croissant tradicional e café [2,99 dólares canadenses] e um croissant com chocolate e nozes [2,75 dólares canadenses]. Foi uma forma deliciosa de começar o dia.

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Café da manhã

Montreal me pareceu o melhor lugar para comer, no Canadá, e fiquei com pena de ter tido pouco tempo para curtir os bistrôs e cafés da cidade. Quem sabe numa próxima viagem!

 

Serviço
Tatami
140 Notre-Dame Ouest – Montreal (Quebec) / Canadá
+514 845.5864

Bistro Mon Plaisir
540 Boul. Saint-Laurent – Montreal (Quebec / Canadá)
+514 504.6422

Delícias de Québec City

Por Eliza Brito | Imagens: Cacimba de Letras

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Nós na parte alta

O tempo está passando muito rápido e as coisas estão acontecendo sem que eu consiga perceber muito bem. Esse desabafo todo é para justificar o fato de eu nunca ter acabado de contar a vocês, queridos leitores, as experiências gastronômicas que tive com Daniel, em agosto do ano passado, no Canadá. Mas vou tentar trazer o resto das descobertas saborosas que tivemos por lá e hoje é dia de falar de Québec City.

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Nos murais da parte baixa

Capital da província de Québec (a parte francesa do país), Québec City é linda. A única cidade murada da América do Norte é pequena, com prédios históricos na parte alta e na parte baixa da cidade antiga e muitos restaurantes, cafés, lanchonetes e lojinhas de souvenir. Para conhecer a cidade antiga, que é a parte realmente turística da cidade, um dia é suficiente. Vale caminhar pelas ruazinhas, tirar muitas fotos, comprar lembrancinhas nas lojas fofas de lá e comer bem.

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Almoço

Nosso almoço foi no Les Freres de la Cote. O restaurante fica numa rua de hotéis, bares, lanchonetes e restaurantes na parte alta da cidade antiga de Quebéc. Fomos por indicação de um amigo e a expectativa foi confirmada. O lugar é agradável, com mesas confortáveis e um ambiente descolado, com bar aberto para o restaurante e decoração com bandeiras de diferentes países. Pedi um steak frites, que custou 19 dólares canadenses, que vinha com filé, batatas fritas e salada verde, e adorei o meu prato. A carne estava macia e suculenta, a batata crocante, e a salada fresca. O atendimento foi ótimo. Eles servem pãezinhos como couvert de cortesia. É um pouco barulhento, mas isso não atrapalhou.

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Sobremesa

Para a sobremesa, fomos no Paillard, que é ideal para quem quer fazer um lanche, comer uma sobremesa ou se refrescar com um sorvete. O lugar fica ao lado do Les Freres de la Cote. Eu e Daniel tomamos, cada um, um sorvete médio. O meu foi de chocolate e caramelo e estava uma delícia! Os dois sorvetes custaram, juntos, 8,90 dólares canadenses. O ambiente é grande e há muitas opções de doces, pães e lanchinhos. Recomendo.

Serviço
Les Freres de la Cote
1129, Rue St Jean, Vieux-Quebec, Quebec City- Canadá (Downtown Quebec City)
+1 418-692-5445

Paillard
1097, Rue Saint-Jean, Vieux-Quebec, Quebec City, – Canadá
+1 418-692-1221

Refeições orientais em Toronto

Por Eliza Brito | Imagens: Cacimba de Letras

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ROM

Toronto é uma metrópole enorme, cosmopolita, mas com ares de tranquilidade. Não tem a hostilidade de grande cidades, como Nova Iorque e Paris, e oferece um mundo de opções culturais, gastronômicas, esportivas e de diversão. Está longe de ser a cidade mais interessante do mundo, mas é daquelas que vale a pena conhecer e que ganha o seu coração pela maneira como você é tratado por lá.

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Toronto vista da CN Tower

Como comentei anteriormente, o Canadá não é uma referência gastronômica, mas oferece opções de cozinhas de todos os cantos do mundo e, em Toronto, isso fica ainda mais evidente. Passamos três dias na cidade, o que foi suficiente para comermos muito bem por lá. Entre as delícias que provamos, destaco as opções orientais.

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Meu prato no Thai Basil

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O prato de Daniel no Thai Basil

No nosso primeiro dia, chegamos morrendo de fome e fomos caminhando pela glamourosa Bloor Street para encontramos uma opção legal para comer. Paramos no Thai Basil por achar o lugar simpático e tivemos uma das melhores refeições da viagem. Pedi um frango com verduras e pimenta, acompanhado de arroz, e um maravilhoso suco com manga e lichia. Daniel escolheu outro prato típico, com frango e macarrão, e terminou me imitando no suco. No final, pagamos 50 dólares canadenses por um almoço delicioso, em um ambiente confortável, com mesas para quatro, ambiente climatizado e decoração típica e com ótimo atendimento.

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Nosso combinado no Saku Sushi

Na nossa segunda noite na cidade, assistimos ao espetáculo Luzia, do Cirque du Soleil, que foi um dos momentos mais incríveis da viagem e saímos, de novo, morrendo de fome. Dessa vez, fomos no Saku Sushi por indicação de um amigo dos nossos anfitriões. Quando chegamos, estava perto de fechar, então o atendimento foi meio agoniado, mas o jantar foi delicioso. Pedimos um combinado de 18 peças [21 dólares canadenses] e comemos um dos melhores sushis da vida, com corte perfeito do peixe fresco.

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Meu almoço no Big Sushi

Quando voltamos para a cidade, no nosso último dia no Canadá, resolvemos almoçar sushi e paramos no Big Sushi, na Bloor Sreet. O lugar é feinho, não tão confortável, mas tem um sushi barato e gostoso. Eu pedi o Chef´s Special Bento [16.95 dólares canadenses], que é uma refeição completa, com sopa, sushis, laranja, frango e tempurá e fiquei bastante satisfeita. Dava para ter dividido com Daniel, já que não consegui comer tudo, mas ele adorou o combinado que pediu, com 14 sushis por apenas 10.95 dólares canadenses.

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Skyline de Toronto

Sobre a cidade, vale passar mais de três dias para conhecer com calma, o que não vale é, entre outras atrações, ir embora sem subir na CN Tower, sem conhecer a linda Casa Loma, sem passar uma tarde no Royal Ontario Museum (ROM) e sem tirar um tempo para conhecer o Toronto Island Park.

Serviço
Thai Basil
467 Bloor St W, South Annex Bloor at Spadina, Toronto – Ontario / Canadá
+1 416-840-9988
http://thaibasil.ca/

Saku Sushi
478 Queen St W, Queen Street e West Queen West, Toronto – Ontario / Canadá
+1 416-368-7258
http://www.sakutoronto.com/

Big Sushi
388 Bloor St W, Toronto – Ontario / Canadá (Midtown)
+1 416-921-1468

Refeições tipicamente canadenses em Bryson

Por Eliza Brito | Imagens: Cacimba de Letras

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Lago em Bryson

Nessa nossa viagem pelo Canadá tivemos a sorte de conviver todos os dias com nossos anfitriões canadenses Jim e Robert. Pudemos ter uma noção do país pelos olhos de dois canadenses e isso não tem preço. Como se não bastasse, eles viajaram conosco de carro, para diferentes cidades do país, e ainda nos levaram para uma espécie de chalé deles, o cottage, na beira do lago de Bryson. Foram experiências inesquecíveis.

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Preparando o almoço

O cottage deles é uma casa linda, de madeira, com uma vista incrível e na beira do lago. A ideia é aproveitar durante todo o verão, já que no inverno fica inviável pela falta de calefação. Mas, para pessoas muito agitadas como eu, não é um lugar para passar muito tempo, pois fica isolado e as opções de lazer são mesmo curtir a beleza natural do lugar. Só que foi por lá que tivemos as experiências gastronômicas mais típicas da viagem.

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Churrasco canadense

Chegamos na hora do almoço e Robert preparou um churrasco tipicamente canadense, que é o típico churrasco americano, na verdade. A carne na brasa é sempre acompanhada de pão. O normal é preparar uma salada para acompanhar e não podem faltar os molhos de barbecue, mostarda, catchup. Para nós, é um cachorro-quente. Vale lembrar que no Canadá, assim como nos Estado Unidos, a principal refeição é o jantar, e o almoço é um lanche.

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Café da manhã

Na manhã do dia seguinte, Robert preparou panquecas para comermos embebidas com maple syrup. Foi o melhor café da manhã da viagem. Não vi como ele preparou as panquecas, mas levavam canela, com certeza. Eles disseram que normalmente se passa manteiga na panqueca e depois colocam o maple syrup por cima, mas eu abri mão da manteiga e só não comi todas as panquecas da travessa com o xarope porque tenho vergonha na cara. O maple syrup conquistou completamente o meu coração.

Devorando Niagara Falls

Por Eliza Brito | Imagens: Cacimba de Letras

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Horseshoe falls

Niagara Falls é um espetáculo da natureza. A parte canadense conta com a linda vista das cataratas, a horseshoe falls, o lindo e organizado parque das cataratas, e a Clifton Hill, uma rua bem turística, cheia de lanchonetes, parques de diversão, museus de bizarrices, algo bem estilo Las Vegas. Também conta com cassinos, a Skylon Tower – uma torre da qual se tem uma bela vista da queda d´água – boates e restaurantes. Nosso jantar foi ruim, mas o almoço merece um post inteiro sobre ele.

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Clifton Hill

O restaurante Koutouki fica fora da parte mais turística da cidade. Especializado em comida grega, o cardápio do lugar conta com opções de entradas, pratos e sobremesas, todos da culinária mediterrânea. O ambiente é bem rústico e confortável e o atendimento foi impecável. Os pratos são enormes, pelo menos para os hábitos alimentares brasileiros, mas isso é bem comum no Canadá. Se eu soubesse, teria dividido meu prato.

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Entradinha

Para começar, pedimos uma entradinha de lulas fritas, que dividimos entre nós quatro: eu, Daniel e nossos anfitriões canadenses, Jim e Robert. Meu prato foi um sanduíche com o pão pita, frango e salada [13,95 dólares canadenses]. Foi um dos melhores sanduíches árabes que já comi. A salada estava fresca, temperada, deliciosa. O pão era pita de verdade e o frango estava macio, crocante, saboroso. Não aguentei comer nenhuma sobremesa depois, porque estava muito cheia.

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Meu sanduba

Caminhando pela Clifton Hill, vimos a loja Fudge Factory, especializada em Fudge, um doce típico, feito com açúcar, manteiga e leite e que pode ter vários sabores. Pedimos uma caixa com sabores diferentes, de chocolate, de amêndoas, de maple syrup, mas todos me pareceram doce demais. Havia uma promoção na qual três tiras de fudge custavam 19,47 dólares canadenses e a gente ganhava um outra fatia gratuita. O doce é lindo, mas não achei nada gostoso. A minha dica para quem vai para Niagara Falls é fazer alguma refeição no Koutouki, mesmo que saia um pouco do caminho turístico tradicional, e só provar o fudge se gostar muito de coisa enjoativa.

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Fudges

Serviço
Koutouki
5745 Ferry St, Cataratas do Niágara – Ontario L2G 1S8 / Canadá
+1 (905) 354-6776
http://koutoukiniagara.com/

Fudge Factory
4960 Clifton Hill, Niagara Falls – Ontario / Canadá
+1 (905) 358-3296
https://www.cliftonhill.com/shopping/fudge-factory

Descobrindo o Canadá

Por Eliza Brito | Imagens: Cacimba de Letras e Daniel Leal

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Nosso anfitriões canadenses no Cirque du Soleil

O blog ficou parado nesses últimos meses e, um dos motivos, foi a viagem que fiz para o Canadá com Daniel. Mas agora é hora de compartilhar com vocês as delícias que provamos por lá, intercalando os textos com os de lugares saborosos da terrinha. Peço desculpas pela falta de postagens, mas espero compensar com os sabores da América do Norte.

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Belezas de Niágara

Não esperava tanto do Canadá e, talvez por isso, tenha gostado tanto de conhecer essa terra linda e de gente gentil e educada. Conhecemos Niagara Falls, Toronto, Ottawa, Montreal e Quebec City. O país é dividido entre as províncias de Ontário (o lado inglês), onde ficam Niagara Falls, Toronto, Ottawa; e de Quebec (o lado francês), onde ficam Montreal e Quebec City. O lado inglês é mais organizado, tudo funciona perfeitamente bem, mas o lado francês tem um charme que conquistou meu coração, principalmente em Montreal, cidade para a qual pretendo voltar, já que tive apenas dois dias para conhecer. Mas os canadenses gostam mesmo é de Vancouver, cidade que possui uma menor variação climática e os melhores sistemas de educação e saúde do país, pelo menos segundo o relato dos nossos amigos canadenses.

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Na linda Montreal

A gastronomia não é muito o forte do Canadá, mas não faltam restaurantes de todas as partes do mundo. Por lá, comi comida afegã, tailandesa, japonesa. Tem para todos os gostos, mas algumas coisas típicas são imperdíveis. O maple syrup, aquele xarope da árvore típica cuja folha está estampada na bandeira do país, por exemplo, é uma delícia. O típico café da manhã canadense tem que ter panquecas com maple syrup e eu viveria comendo isso todos os dias, ao acordar, e sendo feliz. Vale comprar o maple syrup dos produtores, porque leva menos conservantes. No mercado de Ottawa, o ByWard Market, as tendas diferenciam a venda dos produtores com a cor verde e a dos revendedores com a cor vermelha. Além do xarope, eles fazem chocolate, licor, uma infinidade de delícias com o extrato líquido da árvore.

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Café da manhã da saudade

Também é bastante típico um prato chamado poutine, que não tive coragem de provar, por achar a coisa mais gordurosa do mundo. É típico da província de Quebec, mas vende em todo canto. É um prato cheio de batata frita, com queijo cheddar e molho de carne por cima. Outra iguaria típica que provei foi o icewine, que mais parece um licor de tão doce e alcoólico. Nos próximos posts, falarei sobre os lugares deliciosos que visitamos em quase 20 dias de viagem. Não deixem de passar por aqui.

Parada provisória

Por Eliza Brito

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Queridos cacimbeiros, o blog ficará paradinho, sem atualizações, até o começo de setembro. O motivo? Mais uma viagem minha. Tem coisa melhor?

Dessa vez, o destino será o Canadá. Na volta, encherei vocês de textos de lá e daqui. E o melhor, trarei novidades. Gostam das receitas de tia Kátia? Pois elas virão com dicas de harmonização, a partir de setembro. Usando um clichê: vocês não perdem por esperar.

Beijo!

Para comer perto dos museus de Amsterdã

Por Eliza Brito | Imagens: Cacimba de Letras

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Mainha na frente do Van Gogh Museum

Amsterdã possui museus incríveis. Se eu, por algum motivo, tivesse que escolher apenas uma atividade na cidade, a visita ao Van Gogh Museum seria a minha opção. Principalmente agora que já sei da preciosidade que é o aparelho cultural. O museu fica no Museumplein, uma espécie de bairro de museus, e o acesso é simples. Fui de tram, que é o trem elétrico, mas também dá para chegar de ônibus. A entrada do Van Gogh Museum custa 17 euros.

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Sanduba do Cobra Café

O museu conta com o maior acervo de obras de Van Gogh do mundo e traça a trajetória artística e biográfica do pintor, com obras de outros artistas que tiveram relação com ele. No dia que visitei o Van Gogh Museum, também fui ao maravilhoso Rijksmuseum, que é o museu nacional, e a fome nos obrigou a comer pelos arredores. Para não perder tempo, almoçamos no Cobra Café, que fica em frente ao museu nacional. Comi um sanduíche com frango teriaki, que custou apenas 9,50 e, além de delicioso, me satisfez. O atendimento foi ótimo, o wifi era rápido e a localização era a melhor possível para aquele momento da viagem.

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Tintas no museu de Rembrandt

Para quem gosta de arte, outro museu imperdível na cidade é o Museum Het Rembrandthuis, um museu que foi a casa do incomparável Rembrandt. A entrada custa 13 euros e o lugar é um passeio maravilhoso. Dá para entender como vivia o pintor, conhecer seu ateliê, apreciar algumas de suas pinturas e dos seus alunos. A lojinha do museu, assim como a do de Vang Gogh, também merece um tempinho.

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Croquete de carne com fritas e chopp no L´Opera Grand Café

Perto da antiga casa do mestre Rembrandt é possível visitar o Rembrandtplein, uma praça cercada de bares e restaurantes. É um lugar bastante turístico, vale ressaltar. Comemos no L´Opera Grand Café e não foi o melhor almoço da viagem. Pedi um prato bem típico, o croquete de carne com batata frita, mas também tem a opção de comer com pão. Achei gorduroso demais. Não lembro o preço exato e perdi o cupom fiscal, mas acho que foi por volta de 11 euros. O atendimento não foi dos melhores. Não voltaria.

Serviço
Cobra Café
http://www.cobracafe.nl/
L´Opera Grand Café
http://www.l-opera.nl/

Delícias turísticas da Holanda

Por Eliza Brito | Imagens: Ana Brito e Cacimba de Letras

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Keukenhof

Amsterdã é bastante turística, mas dois passeios ainda mais turísticos pelos arredores da cidade são conhecer a típica e charmosa Zaanse Schans e o belo jardim das tulipas, o Keukenhof. Mesmo sendo para turista vê, vale muito a pena fazer as visitas e aproveitar para provar das delícias holandesas entre uma foto e outra.

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Stroopwafel quentinho

O Keukenhof abre apenas na primavera, o que torna a visita um privilégio ainda maior. Além dos muitos hectares de tulipas e flores, áreas verdes e lindos lagos, o parque conta com intervenções artísticas, atrações culturais e barracas de comidas típicas. Para chegar, saímos de trem até a estação do aeroporto de Schiphol. Como nossa estação era a Amsterdam Slot., o bilhete custou 3,50 euros. Na parte de fora do aeroporto, há uma venda de ingressos para Keukenhof, compramos o de 24 euros por pessoa, que dá direito ao ônibus (ida e volta) e a entrada no parque. Foi simples e mais barato do que fazer pacote turístico, que eu acho um saco pela falta de autonomia durante o passeio.

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Nós em Zaanse Schans

Lanchamos numa das unidades das lanchonetes espalhadas pelo lugar, mas provei o maravilhoso queijo gouda (que eles estavam dando como cortesia para degustação dos visitantes) e o não tão gostoso gevulde koek, que custou 1,80 euros, e sobre o qual já falei por aqui. Não comprei stroopwafel porque já havia comido com minha mãe, no primeiro dia de viagem. A delícia é crocante e aromática, com dois biscoitinhos recheados com caramelo feito na hora. O que compramos custava 2,50 euros e foi numa lojinha de souvenir em frente à Casa de Anne Frank, em Amsterdã.

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Fábrica de queijo gouda

A vila de Zaanse Schans é um charme só e tem muito apelo turístico. Por lá, é possível conhecer uma fábrica de queijo gouda, que é uma ótima visita para entender como é feito o processamento do queijo e comprar o gouda para presentear. Também há uma fábrica dos típicos tamancos holandeses, um “museu” do chocolate e moinhos em funcionamento. Mas o destaque gastronômico do passeio ficou por conta da torta de mação do bar Omschrijving, que fica em frente à fábrica de tamancos. A fatia caprichada, com licor e creme caseiro custou apenas 3,90 euros e foi um dos melhores sabores da viagem. O atendimento do lugar é extremamente delicado e atencioso.

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A torta de maçã

Para chegar na vila é ainda mais simples e barato. É só pegar o trem até a estação Koog-Zaandijk e, assim que sair da estação, olhar o mapa que explica como chega na vila, a menos de dez minutos de caminhada de lá. Como a nossa estação era a Amsterdam Slot., o bilhete custou 5 euros.

Sabores da Holanda

Por Eliza Brito | Imagens: Ana Brito e Cacimba de Letras

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Pelas pontes de Amsterdã

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Cerveja caseira

A Holanda é um país pequeno e cheio de encantos. Conheci Amsterdã, a fofa e turística vila de Zaanse Schans e o belo jardim das tulipas, Keukenhof, que só abre nas temporadas de primavera. Foram dias maravilhosos. Amsterdã, principalmente, conquistou o meu coração. A cidade é a terra da liberdade e do respeito ao próximo. É a terra das bicicletas e das pontes. É a terra de Veermer e Rembrandt, de maravilhosos museus e de gente gentil e educada, inclusive com os turistas. Mas a gastronomia não é o forte do lugar.

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Gouda

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stroopwafel

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gevulde koek

As cervejas são fantásticas, vale a pena provar as típicas, as belgas e as caseiras. O queijo gouda também é de morrer pela boca: amanteigado, macio e com personalidade. O stroopwafel é uma delícia, feito na hora, com o caramelo quentinho, bem mais gostoso do que o gevulde koek, um estilo de broa com coco que tem um gosto adstringente e é meio bate e entope. Mas não comi bem nos dias que passei por lá.

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Croquetes de carne com batatas

Um prato bastante típico é o croquete de carne com batatas ou pão. É aquela comida gordurosa que eu só provei para comentar por aqui. No mais, é melhor apostar nos muitos restaurantes internacionais que invadem as ruas de Amsterdã ou comer hambúrguer ou sanduíche, já que por ser um país bem rural, a carne vermelha de lá é bastante gostosa. Também não vá embora sem provar uma boa torta de maçã, mas falarei dela em um outro post.